A Walt Disney Animation Studios tenta manter o enredo sob sigilo absoluto, mas Josh Gad usou os holofotes do tradicional programa de TV americano Good Morning America para dar as primeiras pistas reais sobre o status da produção. De forma entusiasmada, o ator confirmou que já entrou na cabine de dublagem para dar vida a Olaf e garantiu que o tom cômico foi totalmente elevado.
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“Posso dizer que já comecei a gravar. É o mais engraçado dos três filmes que eu já gravei. Estou rindo demais”, declarou o artista.
A declaração acende os holofotes sobre a estratégia narrativa da Disney. Após um segundo filme (Frozen 2, de 2019) focado em uma atmosfera mais madura, mística e densa sobre as origens dos poderes de Elsa, o terceiro capítulo parece buscar um retorno de pêndulo em direção ao humor escrachado e à leveza que consagraram o longa original de 2013.

A fórmula do bilhão: O retorno dos compositores oscarizados
Além das piadas, Gad acalmou o coração dos fãs de trilhas sonoras épicas. O ator revelou que já ouviu duas das canções inéditas compostas para a nova aventura e confirmou o retorno da dupla dinâmica Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez no comando musical.
O casal Lopez é a mente criativa por trás de fenômenos culturais como “Let It Go” (Livre Estou), vencedora do Oscar de Melhor Canção Original e faixa que redefiniu o patamar de alcance mercadológico da Disney no século XXI. A manutenção da dupla assina um selo de garantia de que a Disney busca criar um novo hino global para competir com seus próprios recordes.
“Desenvolvimentos inacreditáveis” e o peso do legado
Mesmo sem o lançamento de uma sinopse oficial, imagens conceituais ou teasers por parte do estúdio, o intérprete de Olaf soltou que o roteiro trará viradas drásticas para as irmãs Anna e Elsa. “Tem coisas inacreditáveis. Desenvolvimentos inacreditáveis”, instigou Gad, sugerindo que o universo de Arendelle passará por transformações estruturais importantes.
O desafio comercial diante de Frozen 3 é gigantesco. A franquia é um dos pilares mais lucrativos da história recente do cinema de animação:
- Frozen (2013): Rompeu a barreira cultural e faturou mais de US$ 1,28 bilhão mundialmente.
- Frozen 2 (2019): Superou o antecessor direto nas bilheterias, acumulando massivos US$ 1,45 bilhão globais.
A expectativa do mercado exibidor é que o terceiro longa atue como um “salvador do ano” para os cinemas no período de seu lançamento, arrastando o público familiar em massa de volta às salas.