O Brasil perde um de seus maiores expoentes culturais. Morreu, na madrugada deste sábado, 21 de março, o ator, autor e diretor Juca de Oliveira. O artista de 91 anos estava internado desde o dia 13 de março na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) cardíaca do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, tratando um quadro de pneumonia associado a complicações cardiológicas.
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Uma trajetória de rigor e sensibilidade
Membro da Academia Paulista de Letras, Juca de Oliveira consolidou-se como um pilar das artes cênicas, indo muito além de um rosto familiar na televisão. Ele construiu uma carreira sólida, que atravessou décadas e plataformas com rigor artístico e compromisso social. No teatro, o artista brilhou pela interpretação magistral, mas também escreveu e dirigiu obras que provocavam o olhar crítico do público.
Na televisão, Juca deu vida a personagens em produções que marcaram a teledramaturgia nacional, imprimindo sempre uma presença de cena imponente e sofisticada. Ele pautava sua atuação em uma sensibilidade única, transitando com maestria entre o drama profundo e a crítica social.
Despedida e legado de Juca de Oliveira
Nos últimos dias, o estado de saúde do veterano era considerado delicado pela equipe médica. A notícia de sua partida gera uma onda de comoção entre colegas de profissão, intelectuais e admiradores. Em nota, a família agradeceu as manifestações de carinho e solidariedade recebidas durante o período de internação.