O mercado de streaming entrou em uma nova fase de competitividade em 2026. Com o crescimento mais lento de assinantes, plataformas passaram a concentrar seus investimentos em produções originais como principal diferencial.

Séries exclusivas, filmes autorais e projetos locais ganharam protagonismo nas estratégias de empresas globais, que buscam fortalecer identidade de marca e fidelizar o público em meio à oferta cada vez maior de conteúdos semelhantes.

Ao mesmo tempo, o aumento no valor das assinaturas e a fragmentação dos catálogos levantam questionamentos sobre a sustentabilidade do modelo atual. Analistas apontam que o futuro do streaming passa por curadoria mais eficiente, redução de custos e conteúdos com maior apelo cultural.

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