Durante a D23, Jay Ward, diretor criativo de franquias da Pixar, destacou a importância de criar experiências físicas que aproximem as famílias de seus personagens sem a necessidade de interação constante com celulares ou tablets. Em entrevista à CNN Brasil, o executivo defendeu que a proposta do Mundo Pixar busca resgatar a essência do entretenimento presencial, convidando pais e filhos a guardarem os dispositivos digitais para vivenciarem juntos o universo das animações.
The Pitt: 3ª temporada ganha primeiro teaser e previsão de estreia
A essência do entretenimento e o conflito de ‘Toy Story 5’
Para Ward, a exposição presencial resgata o valor de se transportar para um mundo imaginário sem a intermediação da tecnologia:
- Menos telas, mais presença: O executivo reforçou que o público pode aproveitar os cenários sem a obrigação de usar telas digitais, destacando que o mundo atual já possui excesso de estímulos virtuais.
- Conexão com Toy Story 5 (2026): O debate sobre o uso abusivo da tecnologia é o tema central do quinto filme da franquia, no qual a personagem Bonnie se sente deslocada por preferir brinquedos físicos a tablets (o dispositivo Lilypad).
- Espelho familiar: Ward pontuou que a mensagem da animação serve de alerta para os adultos sobre o exemplo que dão às crianças em relação ao uso de celulares no cotidiano.
O Brasil como berço global da experiência
A escolha do Brasil para sediar a estreia mundial do Mundo Pixar, em 2022, esteve diretamente ligada à paixão dos fãs locais pelas produções do estúdio:
- Pioneirismo brasileiro: A exposição começou em São Paulo e passou por cidades como Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Fortaleza antes de expandir para a Europa, Ásia e Estados Unidos (previsão para 2027).
- Nome preservado em português: A marca Mundo Pixar foi mantida em todas as edições internacionais, inclusive em mercados de língua inglesa como a Inglaterra, consolidando a identidade brasileira do projeto globalmente.