Criado em 2005 para quebrar um longo jejum de telejornais no horário nobre da emissora, o SBT Brasil consolidou-se como um dos pilares da marca. A longevidade do produto é quase um paradoxo dentro da história do canal, considerando que o fundador Silvio Santos sempre priorizou programas de auditório e novelas na faixa vespertina e noturna.
Isto é uma vergonha! A noite em que Boris Casoy revolucionou o papel do âncora na TV brasileira
A história do jornalismo da casa é marcada por reviravoltas, rupturas e a busca constante por uma linguagem que dialogasse com o público popular.

Da contratação de peso de Ana Paula Padrão à consolidação de bancada
A criação do telejornal marcou uma virada de chave no departamento de jornalismo do SBT, que até então operava de forma enxuta:
- O hiato e a virada (2005): Após anos dependendo do madrugador Jornal do SBT — marcado pelo comando de Hermano Henning — a emissora chacoalhou o mercado ao contratar Ana Paula Padrão (recém-saída da TV Globo).
- Fases e reformulações: Ao longo de duas décadas, o jornal passou por diversas identidades visuais e duplas de ancoragem. Entre os momentos as mais marcantes esteve o comando de Carlos Nascimento, Rachel Sheherazade, Joseval Peixoto, Marcelo Torres e Márcia Dantas.
- A era atual: Atualmente sob o comando de César Filho, o telejornal passou por novas atualizações de estúdio e formato dinâmico, mantendo a missão de entregar informação ágil no início da noite.

